Chuva de 86,4 milímetros só ontem (21), a segunda maior do ano e 10% acima da média histórica esperada para todo o mês na cidade, causou alagamentos de residências e estabelecimentos comerciais em 11 bairros de Campo Grande. Além disso, o campo-grandense enfrentou transtornos com queda de muro, rompimento de asfalto e apagão nos semáforos instalados nos principais cruzamentos.
Segundo o meteorologista da Anhanguera Uniderp, Natálio Abrahão Filho, esta foi a segunda maior chuva do ano, só ficando atrás dos 93,4 mm registrados em junho deste ano. Para sorte dos moradores da Capital, não há previsões de chuva para hoje. Do contrário, disse Abrahão, o município enfrentaria fortes alagamentos porque o solo ficou encharcado com a chuva de ontem.
O volume de água caído ontem é justificável porque a região era castigada por ar quente e foi invadida por uma frente fria. “A chuva é só uma resposta a isso, que bom, os agricultores do Estado devem ter dado pulos de alegria”, disse. Com a chuvarada de ontem, o volume acumulado de setembro alcançou 120 mm, ultrapassando a média histórica do mês (78,2 mm) em 53%.
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