Janquiel Marques da Silva Junior e Diego Ferreira de Souza, acusados pela morte do segurança John Eder Cortiana Gonçalves no dia 11 de setembro de 2011, em frente a boate Voodoo, vão a júri popular, segundo determinou o juiz titular da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos.
Consta na denúncia que no dia 11 de setembro de 2011, por volta das 3h, em frente à boate, localizada na rua 13 de Junho, no centro de Campo Grande, Janquiel atirou no segurança da boate, matando-o. Também consta que Diego instigou Janquiel a efetuar os disparos e logo após o crime, ele teria pegado a arma e atirado.
Os acusados teriam praticado o crime por motivo torpe, porque o segurança John Eder os teria retirado da boate em razão do comportamento inconveniente dos dois.
O autor dos disparos foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado, por motivo torpe e com recurso que dificultou a defesa da vítima além do delito de possuir arma com numeração raspada. Diego foi denunciado pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe, com recurso que dificultou a defesa da vítima e adquirir arma de fogo com numeração raspada e efetuar disparos em via pública.
Eles foram presos em flagrante e a prisão foi convertida em preventiva. Após terem seus pedidos de revogação da prisão revogados, Janquiel ingressou com Habeas Corpus no Tribunal de Justiça sendo concedida sua prisão domiciliar no dia 17 de novembro de 2011. A prisão domiciliar foi estendida ao outro acusado, Diego.
Em alegações finais, o Ministério Público pediu a pronúncia deles nos termos da denúncia. Já a defesa de Diego pediu sua absolvição alegando que não ficou comprovada sua participação no crime.