O ex-mordomo do Papa, acusado de vazar documentos, disse que foi maltratado na prisão.
A Justiça do Vaticano mandou apurar as denúncias. Durante o segundo dia do julgamento, Paolo Gabriele afirmou que nas primeiras semanas de detenção ficou numa sala isolada e minúscula, sem poder esticar os braços e com a luz acesa constantemente. O ex-mordomo é acusado de roubar e divulgar papéis secretos que provariam casos de corrupção no Vaticano.
Nesta terça, Gabrielle se declarou inocente, mas reconheceu ter feito cópias dos documentos por achar que o Papa vinha sendo manipulado. Segundo ele, informações importantes foram omitidas de Bento XVI.