A mulher encontrada morta ontem (18) de manhã ainda não foi identificada. De acordo com a titular da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), Rosely Molina, nenhum parente procurou a polícia e o corpo da vítima permanece no Instituto Médico Odonctológico Legal (Imol), na Capital.
A delegada Rosely explicou que peritos farão a retirada das impressões digitais da mulher para verificar se existe algum cadastro civil ou criminal no sistema utilizado pela polícia. Paralelo a isso, a Deam está checando os boletins de ocorrência de desaparecimento de pessoas para tentar descobrir se existe alguém desaparecido e que conte com as mesmas características da vítima.
Ela foi encontrada morta com tiro na cabeça, em uma ciclovia na Avenida Marinha, quase esquina com a Lúdio Coelho Machado, Bairro Coophavila, em Campo Grande. A mulher não portava documentos, mas aparentava ter entre 20 e 30 anos e a suspeita é de que seja usuária de droga.