A juÍza federal Ana Lya Ferraz da Gama Ferreira reconsiderou a decisão de suspender a ativação do aterro sanitário de Campo Grande e, a partir de hoje, o lixo coletado na Capital começa a ser despejado no local. A magistrada, entretanto, revogou parcialmente a liminar, mantendo a determinação de bloqueio das contas do convênio firmado entre o município e a empreiteira Anfer para a construção do aterro.
No dia 21 deste mês, a pedido do Ministério Público Federal (MPF), a juíza suspendeu o contrato da Prefeitura com o consórcio CG Solurb Soluções Ambientais Ltda. Para o MPF, há irregularidades nas obras do aterro que poderiam causar sérios danos ambientais.
Na ação, a procuradora da República Joana Barreiro Batista alega que a obra não foi concluída e o despejo de lixo no local seria ilegal. Um laudo da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), de 30 de outubro deste ano, aponta que a linha de recalque de chorume (líquido decorrente da decomposição do lixo) não foi executada, impedindo o transporte até o local de tratamento.
Leia mais no jornal Correio do Estado.