Ao contrário da expectativa da defesa do goleiro Bruno, que esperava ver ministro Ricardo Lewandowski como relator do pedido de habeas corpus no STF (Supremo Tribunal Federal), quem vai decidir sobre a liberdade do jogador é o mais novo integrante da Suprema Corte, o ministro Teori Zavascki.
O pedido de habeas corpus foi remanejado ao ministro indicado para substituir Cesar Peluzo, que se aposentou em agosto. Além dele, o processo já passou pelas mãos de Carlos Ayres Brito, ex-presidente do STF que também se aposentou, e Joaquim Barbosa, novo presidente do órgão.
Todos rejeitaram o pedido de liberdade de Bruno e, agora, Zavascki é o responsável pelo último recurso antes da análise ser feita pelo plenário da Corte. Ainda não há uma data para que o magistrado julgue o pedido de habeas corpus.
Nesse processo, Bruno ainda é representado pelo advogado Rui Pimenta – destituído por ele no meio do primeiro júri do caso Eliza Samudio.
Vale lembrar que Bruno está preso há dois anos e cinco meses e, com o desmembramento do processo, será julgado no dia 4 de março do ano que vem, junto a Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, e a ex-mulher Dayanne Rodrigues.