Fazer um caminhada sob a luz do nascer do dia ou do pôr do sol, passear com as crianças, fazê-las “torrar” a energia, tomar uma água de coco gelada, sentar debaixo de uma sombra e ler. Seja para o lazer, seja para a prática de exercícios físicos, seja para encontrar uma pessoa querida, o Parque das Nações Indígenas é o “point” do campo-grandensse.
Inaugurado em 1994, pelo então governador Pedro Pedrossian, o parque recebe pessoas dos mais diversos cantos da cidade. Os que moram por perto conseguem, com mais frequência, visitar o lago, admirar as capivaras e a natureza preservada dentro da cidade. Mas, os que vivem um pouco mais longe não deixam de aproveitar a folgas em meio a amostra de 199 hectares do cerrado sul-mato-grossense.
Em dias normais, Luciana Pessoa, 29 anos, vai ao parque para caminhar pelo menos três vezes na semana e nas folgas leva as filhas para andar de bicicleta. Mas, agora em janeiro, as meninas estão de férias da escola e precisam gastar as energia acumulada com os dias passados dentro de casa. “Estamos vindo todos os dias, ou para o parquinho de areia ou para elas andarem de bicicleta. Este é o melhor lugar para vir com as crianças ”, contou a mãe.
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