Lotes do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), em Mato Grosso do Sul, têm sido vendidos, negócio ilegal, por uma máfia, informou o procurador geral da superintendência estadual do órgão, Antônio Augusto Ribeiro de Barros.
Áreas destinadas aos sem-terra não devem ser comercializada por período mínimo de dez anos. Do contrário, pela regra, o lote deve ser retomado e nele abrigado outra família inscrita no Incra como vocacionada à reforma agrária.
O procurador disse ter acionado o Ministério Público Federal (MPF) e a Polícia Federal (PF) ao perceber no fim do ano passado em publicações nos classificados de jornais da Capital um corretor anunciando a venda de lotes no assentamento Santa Mônica, em Terenos, cidade 30 km de Campo Grande.
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