Caramujos no mato, paredes lúgubres, roupas e lixo acumulado dentro e fora de dois imóveis pichados e com vidros quebrados destoam no cenário do entorno da Escola Estadual Hércules Maymone, no prolongamento da Rua Joaquim Murtinho.
“Precisamos de auxílio para dar destinação ao terreno, mas isso não depende apenas da escola”, diz ao Correio do Estado o diretor administrativo do estabelecimento, professor Edilmar Galeano.
Ele se refere à lateral da área de preservação permanente do Córrego Vendas, que por si, não leva culpa pela imundície. Culpados há, porém, ninguém sabe onde estão. São proprietários desconhecidos.
Mesmo com esse problema, a escola mantém um projeto de conservação da nascente d’água no interior da mata.
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