Área pública que seria usada para a construção de uma praça para a população do bairro Batistão e região ainda aguarda para ser utilizada para esse fim. Uma igreja e uma moradia estão sendo erguidas no local onde há anos atrás, também cogitou-se construir uma escola de esportes beneficente e até mesmo um Centro de Educação Infantil (Ceinf). Muitos moradores estão insatisfeitos com a situação, já que há anos espera-se que a população possa ter naquela área uma praça.
O local fica no quadrilátero entre a avenida Dinamarca e as ruas Rio da Prata, Aicás e Cabo Verde e segundo o presidente da Associação de Moradores do bairro, João Romero, parte da área já foi cedida pela Prefeitura de Campo Grande à Igreja Assembleia de Deus Missões, que inclusive começou a levantar os muros do novo prédio. “Quem mora em volta da área pede que seja uma praça ou área de lazer”, comentou.
Ação judicial
Ainda em maio do ano passado, o Correio do Estado publicou reportagem sobre a decisão do juiz Amaury da Silva Kuklinski, da Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, proibindo a formalização de termos de autorização, permissão ou concessão de uso de áreas públicas para particulares.
Na ação civil pública, o Ministério Público Estadual (MPE) denunciou a cedência de quatro imóveis de forma ilegal. Entre eles, estava a Igreja Assembleia de Deus Nova Aliança, que estava usando parte de área pública no Bairro Coophamat, vizinha ao Batistão
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