O comandante do 2º BPM de Três Lagoas, tenente coronel Wilson Sérgio Monari, informou que a caçada aos pistoleiros que mataram o policial militar aposentado, Otacílio Pereira de Oliveira, de 60 anos, só vai terminar quando conseguir prender todos os envolvidos no crime.
Segundo Monari, uma grande força policial composta de equipes das polícias civil, militar e do Serviço Reservado (P2) da PM de Três Lagoas, reforçada com policiais do Ciggoe (Companhia Independente de Gerenciamento de Crises e Operações Especiais), está intensificando o policiamento e a segurança em vários bairros de Três Lagoas para tentar descobrir o paradeiro dos autores do homicídio registrado na noite de quarta-feira.
Execução
O militar aposentado, que trabalhava como mototaxista foi executado com vários tiros quando chegava em sua residência, por volta das 23h30min.
Após receber os disparos, a vítima ainda foi encaminhada com vida por uma equipe do SAMU ao hospital Nossa Senhora Auxiliadora, mas devido às gravidades dos ferimentos, não resistiu.
Na mesma noite, equipe das policias civil a militar deflagraram uma grande operação para prender os pistoleiros, que de acordo com informações da esposa do ex-policial, eram quatro pessoas. Otacílio, mesmo alvejado por vários tiros ainda encontrou forças para relatar à sua esposa que tinha presenciado quatro pessoas.
Reforço
Na manhã de quinta-feira, uma aeronave do governo desceu no aeroporto de Três Lagoas trazendo vários policiais de Campo Grande para ajudar na caçada aos marginais.
Segundo consta, um dos participantes seria o sobrinho da vítima, Cleversom Messias Pereira dos Santos, vulgo cabelo, foragido da colônia penal de Campo Grande e um dos principais integrantes da facção criminosa, PCC (Primeiro Comando da Capital).
Com informações do Perfil News