Decreto publicado na edição de hoje (12) do Diogrande desapropria uma área de 91,9 mil metros quadrados para a ampliação do Cemitério Santo Amaro. A necessidade, segundo o secretário de meio ambiente, Odimar Luis Marcon, é “antiga” e já há algum tempo a prefeitura estudava a possibilidade de aumentar o tamanho do cemitério.
O prefeito de Campo Grande disse que “o cemitério está superlotado e por isso precisa ampliar o espaço”. Bernal lembrou ainda que essa medida (desapropriação), “não depende da Câmara”. A área era particular e não há informações sobre o valor pago ao antigo dono. Por lei, o Poder Público deve pagar 80% do valor do imóvel ao cedente para que a desapropriação seja feita.
Segundo a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano (Semadur), a obra de ampliação deve ficar a cargo da própria prefeitura, através da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação (Seinthra). No entanto, não há data para que os trabalhos comecem.
Um terceiro decreto, também publicado ontem, transformou em “bens de domínio de uso comum do povo” área de 66,1 mil metros quadrados do antigo Sítio Carandám, no bairro Moreninhas.
Segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, a publicação se refere a “ruas cujo decreto de criação ainda não tinha sido publicado”.