As principais obras da segunda etapa do Programa de Aceleração do Crescimento, o chamado PAC-2, o mais importante plano de governo da presidente Dilma, em Campo Grande, onde os investimentos alcançam cifras que beiram a casa dos R$ 250 milhões, pararam de janeiro para cá.
Canteiros de obras interrompidas, onde logo deveriam ser ocupados por escolas, creches, praças, unidades básicas de saúde, galerias pluviais, são tomados por matagais e, em alguns casos, viraram ponto de encontro de consumidores de drogas.
A atual gestão justifica que falha no projeto arquitetônico teria influído na paralisação das obras. Até as alterações serem concluídas, os recursos deixaram de ser repassados às empresas e muitas abandonaram os canteiros de obra temendo calote. As verbas do Governo Federal foram garantidas ainda na gestão passada e a prefeitura precisa entrar com a contrapartida, de ao menos 10% do total investido.
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