Acidentes que ocorreram na BR-163 e nos trechos das rodovias BR-262 e 267 que serão entregues à iniciativa privada custaram R$ 181 milhões se levado em conta os gastos com o atendimento dos feridos, danos, o trabalho da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e remoção dos veículos. O cálculo foi feito pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), que mapeou os pontos críticos das rodovias que serão privatizadas. O objetivo é subsidiar um plano de metas para a redução de acidentes que terá de ser cumprido pela empresa que for administrar as rodovias.
Deve acontecer no próximo mês, o leilão para escolher a concessionária que vai “cuidar” das três principais rodovias de Mato Grosso do Sul. A empresa vai poder cobrar pedágio em 16 pontos já selecionados pela ANTT, mas terá de implantar uma série de melhorias, como duplicar e recapear todo o trecho explorado. O pedágio vai custar até R$ 7,90.
A BR-163, em Mato Grosso do Sul, deve ser entregue à concessão privada por inteiro, entre Mundo Novo, na divisa com o Paraná, e Sonora, divisa com o Mato Grosso, total de 847 quilômetros. A BR-262 e a BR-267 serão administradas por empresas não estatais entre o entroncamento com a BR-163 e a divisa com o estado de São Paulo. Os trechos privatizados abrangem 29 municípios do Estado.
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