Quem busca alimentação mais leve precisa enfrentar a barreira do comportamento dos preços na Capital. Além da alta do tomate, as inflações de alguns produtos se tornam empecilhos para a preparação de pratos com menos calorias. De acordo com o Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande (IPC/CG), calculado pelo Núcleo de Pesquisas Econômicas (Nepes) da Universidade Anhanguera-Uniderp, as verduras e legumes encareceram até 93% de janeiro a março, enquanto os cortes de carne ficaram até 11,9% mais em conta no período.
Os alimentos têm sido os principais responsáveis pelo fantasma inflacionário que assombra os bolsos dos consumidores. Em um ano, os gêneros alimentícios encareceram 12,40% em Campo Grande, o dobro da inflação média no período, que foi de 6,04%. E são os itens mais leves que apresentam o maior peso na hora da compra.
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