Fortes chuvas do mês de abril deram trégua à população campo-grandense, mas, para os moradores do Bairro Nova Campo Grande, os problemas causados pelo grande volume de água estão longe de acabar.
Com dezenas de ruas alagadas, transformadas em atoleiros e com crateras abertas pelas enxurradas, transitar pela região é um desafio diário, até mesmo para os serviços públicos. No fim de semana, por exemplo, uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) literalmente ficou no meio do caminho, com uma das rodas enfiada em um buraco na Avenida 7, quando iria prestar atendimento a uma idosa residente no bairro.
Ontem, o Correio do Estado percorreu a Nova Campo Grande e constatou que mesmo após mais de 48 horas sem chuvas, a água continua a correr por várias ruas do bairro.
Algumas delas se transformaram em lagoas, caso do cruzamento da Rua 22, sem pavimentação, com a Avenida 4, linha do ônibus do bairro e dotada de asfalto; outras apresentam crateras de ponta a ponta, como o cruzamento da Avenida Amaro de Castro Lima com a Rua 46, situação que requer atenção redobrada de condutores e moradores.
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