À mercê de um “empurra-empurra” de culpas entre a atual administração municipal e a anterior, a população de Campo Grande sofre com a falta de medicamentos nas unidades de saúde. Sem fitas de medição de glicemia, remédios para diabetes, hipertensão e até mesmo seringas e agulhas, quem vai aos postos de saúde enfrenta além de espera, também a carência de materiais e medicamentos básicos.
Reportagem publicada ontem pelo Correio do Estado revelou que a Prefeitura de Campo Grande pediu socorro ao Governo do Estado para suprir a falta de remédios. Há várias semanas o jornal tem acompanhado a reclamação da população quanto a deficiência na oferta de remédios nos postos.
Segundo o o presidente da Fundação de Saúde e diretor do Hospital Regional, Ronaldo Queiroz, o procedimento de troca de materiais é comum em alguns casos, mas o volume de produtos requisitados pela prefeitura é que surpreendeu. “Os hospitais sempre trocam e trabalham em conjunto. A Sesau [Secretaria Municipal de Saúde] já nos atendeu em outras ocasiões. Esta é excepcional pela quantidade solicitada”.
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