Dono da fazenda São Lourenço, em Itahum, distrito de Dourados, Paulo Afonso de Lima Lange, por submeter um empregado seu de 49 anos de idade a condições análogas a de escravidão, terá de indenizar a vítima, mobiliar uma casa de abrigo de criança, nunca mais praticar o crime em questão. Ele prometeu também período de duas semanas espalhar outdoors com apelos de combate a escravatura.
As punições, concordadas pelo fazendeiro, é parte de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho, em Dourados.
O capataz foi resgatado da fazenda dez dias atrás durante ação conjunta do MPT, Ministério do Trabalho e Emprego, Polícia Federal e Departamento de Operações de Fronteira (DOF).
De acordo com a assessoria de imprensa do MPT, na fazenda o trabalhador vivia no local em situação precária há mais de nove anos no local, sem equipamentos de proteção e em alojamento insalubre, sem água potável e alimentação adequada.
Leia mais no jornal Correio do Estado