O diretor-geral de Polícia Civil de MS, Jorge Razanauskas Neto, divulgou uma cartilha com punições aos servidores que aderirem à greve, programada para amanhã (17).
Conforme o documento, os servidores terão salário descontado de acordo com os dias parados. Ficou determinado ainda que o chefe de cada setor elabore um relatório eventuais prejuízos no atendimento à população e diligências que deixaram de ser feitas.
A cartilha proíbe também a fixação de cartazes da greve nas unidades policiais.
Conforme orientação do Sindicato dos Policiais Civis de MS (Sinpol-MS), serão registradas apenas ocorrências de flagrantes, homicídio, remoção de cadáver, desaparecimento de menores e Lei Maria da Penha. Diligências seriam realizadas apenas em casos urgentes.
O governador André Puccinelli estabeleceu prazo de até segunda-feira à noite para um acordo com a categoria, caso contrário, será definido reajuste de 5% linear.