Parada desde janeiro, a construção do Hospital do Trauma já poderia ter sido concluída com cerca de R$ 2,2 milhões que estão no caixa da prefeitura. A afirmação é do ex-prefeito Nelsinho Trad (PMDB), que atribui a paralisação da obra à “falta de competência” do atual prefeito Alcides Bernal (PP) e do secretário municipal de Saúde, Ivandro Fonseca.
Segundo Nelsinho, a reforma das estrutura anexa à Santa Casa de Campo Grande, erguida para ser maternidade e que está sendo transformada em pronto-socorro especializado em vítimas de acidentes, foi orçada em R$ 10,3 milhões. Convênio foi firmado com o Ministério da Saúde para a construção. O governo federal comprometeu-se com R$ 7 milhões e o município com o restante. “Eu deixei depositado o dinheiro da contrapartida do município”.
Nelsinho afirma que a pendência existente na prestação de contas da 7ª parcela, que está impedindo o repasse dos últimos R$ 2 milhões do governo federal, se trata da falta de alguns documentos que deveriam ter sido enviados no início do ano ao Ministério da Saúde, mas só foram enviados no início de abril porque faltava uma assinatura do secretário e relatório da Junta Interventora da Santa Casa, que também demorou a sair.
“Deixei de ser prefeito no dia 31 de dezembro do ano passado. O que tinha de ser resolvido até esta data eu resolvi”, afirmou o Nelsinho.
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