A Operação Ágata 7, desenvolvida nas regiões de fronteira desde 18 de maio, além das ações terrestres de combate a crimes transfronteiriços, também realiza operações fluviais.
Em Corumbá, ação aquática ocorre por todo o perímetro de guarnição da fronteira Brasil-Bolívia. A Marinha do Brasil - através do Comando do 6º Distrito Naval, a Polícia Federal e a Força Nacional - , faz fiscalização pelas imediações ribeirinhas da cidade e conta, inclusive, com o reforço de cães farejadores, com o intuito de combater o tráfico de drogas.
Uma das fiscalizações no rio Paraguai mobilizou cerca de 20 militares das três forças.
"A Ágata 7 é voltada para a repressão de ilícitos transfronteiriços como contrabando de armas, de drogas, roubo de gado, furto de veículos. Além das diversas ações que realizamos em terra, também fazemos ações pelas águas, no caso, aqui de nossa região, no rio Paraguai. A Marinha, através do 6º Distrito Naval e da Capitania dos Portos, está atuando juntamente com a Força Nacional e a Polícia Federal, na abordagem e fiscalização de embarcações de todos os portes que navegam pelo local. A região de tráfego aquático de Corumbá não apresenta alto índice de registro de crimes ou de problemas com documentações. Podemos apontar que em todas as abordagens, cerca de 90% estavam dentro da legalidade com documentação, tanto da embarcação, quanto do piloteiro", ressaltou ao Diário, o capitão Luciano Miller, da Capitania dos Portos.