Cerca de 100 manifestantes da marcha em protesto contra a demora da reforma agrária, que montaram acampamento ontem (6) na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), em Campo Grande, passaram mal com sintomas de diarreia, vômitos, dor de cabeça e febre. Na manhã de hoje (7), os manifestantes passam bem e saíram da universidade em direção ao centro da Capital.
A Secretaria de Saúde enviou uma equipe até o local e um posto foi montado no prédio da UFMS para que as pessoas passem por uma avaliação e possam ser medicadas ou encaminhadas para uma unidade de saúde, caso haja a necessidade.
O secretário municipal de Saúde, Ivandro Fonseca informou que foram coletadas amostras da água para que seja investigado se a intercorrência foi causada por uma ingestão de água contaminada.