Cidades

estaca zero

Doze dias depois, morte de índio está sem respostas

Doze dias depois, morte de índio está sem respostas

Redação

11/06/2013 - 08h29
Notícia sem imagem

Um índio morto e outro correndo o risco de ficar paraplégico é, por enquanto, o desfecho da onda de conflitos ocorridos a partir do dia 30, 12 dias atrás, na região de Sidrolândia, cidade distante 70 km de Campo Grande. Investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal (MPF) e Polícia Federal (PF) cercou-se pelo sigilo imposto pelas duas instituições.

Até agora, não se sabe o calibre da arma que matou o índio no dia do conflito, nem o autor da emboscada que deixou um índio ferido nas costas seis dias depois. O primeiro crime ocorreu enquanto policiais federais e militares cumpriam reintegração de posse na Fazenda Buriti, ocupada por cerca de 400 índios, que resistiram à ordem judicial.

Entidades como o Conselho Missionário Indigenísta (Cimi) e lideranças indígenas já demonstram apreensão com a velocidade da investigação. “A morosidade em nada corresponde com a urgência do caso”, disse Flávio Vicente, coordenador regional do Cimi.
Vinícius Jorge Terena, da Comissão de Assuntos Fundiário da Terra Indígena Buriti, que compreende as aldeias da região, disse que a investigação deve ser cautelosa para que não se cometa “equívocos”. No entanto, ele acha que os próprios policiais que agiram na ação de despejo, “se quisessem”, já poderiam ter contribuído com a apuração. Ele afirma ainda que o cumprimento da reintegração de posse “começou e terminou errado”. Isso porque, segundo Terena, os policiais deviam ter comunicado outras autoridades antes de seguir para a fazenda. “Com diálogo tudo se resolve e nada disso poderia ter acontecido”.

Leia mais no Correio do Estado

Nova Mobilidade

Prefeitura vai usar carros de aplicativo para transportar servidores em Campo Grande

Contrato com o Banco do Brasil prevê corridas por aplicativo e táxi para viagens de trabalho; município estima economia de até 30% com manutenção da frota e combustível

05/11/2026 17h46

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível.

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível. Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

Continue Lendo...

Educação

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Prazo começa na segunda-feira (9) e segue até 6 de janeiro; número é 20 mil superior às 200 mil vagas disponibilizadas para o ano letivo de 2026

05/11/2026 17h19

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS Paulo Ribas

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).