Esquema de segurança para monitorar as ações dos manifestantes dos atos públicos em Campo Grande, conta com um super aparato de espionagem organizado por militares que agem nas esferas estadual e federal, informou uma fonte da alta cúpula do governo estadual.
Por meio deste esquema, a polícia já conseguiu identificar alguns vândalos.
Antes do início do primeiro dia de mobilização, por exemplo, a estrutura sabia que o protesto, recrutado por meio das redes sociais, era chefiado por 40 pessoas. A mobilização dos manifestantes é monitorada desde o início, quando eles se reuniram na Concha Acústica do Parque das Nações Indígenas, no domingo (16).
“Entre as 40, apenas duas ou três não estavam afinadas com a maioria dos protestantes, que fez apelo pelo manifesto, mas sem violência”, disse a fonte.
O emissário estadual informou que os violentos manifestos ocorridos no fim da primeira manifestação, anteontem, já era de conhecimento da polícia e aguardado por grupo que rastreava a marcha dos “baderneiros”, como a vigilância reservada chama os manifestantes que se afastam da mobilização e recorrem a ações agressivas.
“O primeiro ato violento ocorreu às 21h42 minutos [noite de quinta-feira], na avenida Afonso Pena, entre a Avenida Calógeras e a Rua 14 de Julho”, disse a fonte.
A partir do horário citado até por volta das 23h30min ocorreram oito prisões por ataques a carros estacionados e dois ônibus com passageiros, segundo a fonte.
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