A série de protesto que tomou conta das ruas brasileiras foi responsável por várias conquistas, a exemplo da redução da tarifa do transporte coletivo, onde em Campo Grande caiu de R$ 2,85 para R$ 2,75. Agora, mais de 15 dias depois do início dos manifestos, o que se vê nas ruas são movimentos com pautas cada vez mais distintas e grupos menores. Praticamente tudo tornou-se motivo para protestar, banalizando as ações. Apenas ontem, por exemplo, foram, pelo menos, seis manifestos em algumas regiões de Mato Grosso do Sul.
Campo Grande concentrou boa parte das manifestações. Entre as causas apresentadas pelos manifestantes estavam a rescisão dos contratos de professores do Instituto Mirim de Campo Grande, funcionários do Judiciário, índios contrários à atual direção da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) e também sem-terra e produtores rurais. Hoje, são os bancários que devem ir às ruas.
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