Reportagem do jornal Correio do Estado desta sexta-feira (19) mostra que depois de investimento de mais de R$ 12,9 milhões para melhorar o sistema de tratamento de lixo em Campo Grande, sendo R$ 4 milhões apenas na construção da célula do aterro sanitário, nada funciona como deveria.
Atualmente, o aterro sanitário Dom Antônio Barbosa II, que era para receber somente lixo orgânico e inutilizável, acaba reduzindo visivelmente sua vida útil porque recebe outros tipos de materiais, já que não existe separação adequada dos resíduos, segundo reportagem de Lúcia Morel.
Para que o aterro operasse com 100% de produtividade e vida útil era necessário que a coleta seletiva estivesse sendo ampliada em Campo Grande e que a Usina de Tratamento de Resíduos (UTR) estivesse funcionando, o que não ocorre. O antigo lixão foi fechado no ano passado, no dia 28 de novembro, mesmo dia em que o novo aterro passou a ser utilizado.