O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) promete atacar a corrupção na polícia de Mato Grosso do Sul, tanto em Campo Grande quanto no interior do Estado, reprimindo o envolvimento de policiais em atividades criminosas, segundo reportagem na edição desta quarta-feira (21) do jornal Correio do Estado.
Investigações preliminares indicam a contravenção penal, abrangendo o jogo do bicho, cassinos com máquinas caça-níqueis, na Capital, e ligações com o contrabando e tráfico de drogas, no interior, como atividades que mais recrutam os agentes públicos.
De acordo com o Gaeco, crimes na polícia, e também na política, são tratados como situação endêmica no Estado.
De acordo com a reportagem de Michelle Rossi, os indícios de delitos como corrupção passiva, peculato, facilitação de contrabando, tráfico e formação de quadrilha estão na mira como prioridades do grupo composto por promotores de Justiça, que passaram a investigar ações de corrupção nas prefeituras do Estado, bem como na corporação policial.