Cidades

Cidades

Secretário-executivo do Trabalho pede demissão, diz ministro

Secretário-executivo do Trabalho pede demissão, diz ministro

Redação

10/09/2013 - 16h40
Notícia sem imagem

O secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Paulo Roberto Pinto, número dois da pasta, pediu demissão na manhã desta terça-feira (10), informou o ministro Manoel Dias. Ministro interino entre dezembro de 2011 e abril de 2012, Paulo Roberto Pinto é um dos investigados pela Polícia Federal na Operação Esopo, que apura desvio de recursos públicos e nesta segunda-feira (9) levou à prisão 22 pessoas, 15 das quais em Minas Gerais. Segundo o ministro Manoel Dias, o secretário se diz inocente e afirmou que tomou a decisão de deixar o cargo em uma conversa com o próprio Dias, a fim de não provocar "constrangimentos". O ministro disse que pretende substituir o auxiliar – filiado ao PDT, partido que tem o controle do ministério – por um técnico. "Tento escolher um técnico para ocupar a secretaria-executiva do ministério. Ainda estou consultando os órgãos de controle para escolher um nome", declarou.

Nesta segunda-feira, Paulo Roberto Pinto foi levado pela Polícia Federal para prestar depoimento e liberado em seguida. Segundo a PF, o suposto esquema de desvio de verbas públicas funcionava com a participação do Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania, uma organização da sociedade civil de interesse público (Oscip) e envolvia empresas, pessoas físicas, agentes públicos, prefeituras, governos estaduais e ministérios do governo federal. De acordo com a PF, o instituto era uma entidade de fachada contratada para realizar projetos superfaturados e que não eram executados. Para o delegado Marcelo Freitas, da Polícia Federal de Minas Gerais, o secretário-executivo atuava para facilitar as atividades do Instituto Mundial do Desenvolvimento e da Cidadania no ministério.

O ministro Manoel Dias afirmou que, após a Operação Esopo, vai pedir a contratação temporária de funcionários para reforçar a equipe que está fazendo um mutirão para verificar a legalidade dos convênios de organizações não-governamentais (ONGs) e organizações da sociedade civil de interesse público (Oscips) com a Secretaria de Relações do Trabalho, órgão do ministério.

Servidores presos

Na noite desta segunda-feira (9), Anderson Britto, assessor do ministro do Trabalho, Manoel Dias, se entregou à Polícia Federal, na sede do órgão, em Brasília, e foi preso. Ele era considerado foragido e ficará detido no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
Britto também é investigado pela operação Esopo. Antes dele, outros dois servidores já tinham sido presos - Geraldo Riesenbeck, coordenador de contratos e convênios da Secretaria de Políticas Públicas de Emprego, e Antonio Fernando Decnop, ex-diretor da Controladoria Geral da União (CGU), que trabalhava na Fundação Nacional do Índio (Funai).

Nova Mobilidade

Prefeitura vai usar carros de aplicativo para transportar servidores em Campo Grande

Contrato com o Banco do Brasil prevê corridas por aplicativo e táxi para viagens de trabalho; município estima economia de até 30% com manutenção da frota e combustível

05/11/2026 17h46

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível.

Prefeitura de Campo Grande vai adotar corridas por aplicativo e táxi para transportar servidores durante o expediente, com previsão de economia de 30% nos gastos com frota e combustível. Foto: Divulgação Prefeitura de Campo Grande

Continue Lendo...

Educação

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Prazo começa na segunda-feira (9) e segue até 6 de janeiro; número é 20 mil superior às 200 mil vagas disponibilizadas para o ano letivo de 2026

05/11/2026 17h19

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS

Rede Estadual amplia vagas em 10% para 2027 em MS Paulo Ribas

Continue Lendo...

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).