No corre-corre da rotina de trabalho e estudo, até a parada de alguns minutos no semáforo vira comércio: gera renda para famílias e atende a demanda dos consumidores. Pelos cruzamentos da Capital é possível comprar desde água, a clássica bala, e até o símbolo do romantismo: a rosa. A reportagem está na edição deste domingo do jornal Correio do Estado.
Na esquina das avenidas Fernando Corrêa da Costa e Joaquim Murtinho, o vendedor oferece o ramalhete de botões de rosas como opção de presente, que segundo a propaganda promete agradar todo tipo de público: sogra, amiga ou claro, a mulher amada.
“Não tem quem não goste de receber. Às vezes a pessoa tá passando por aqui e vai visitar alguém ou lembra de um aniversário, e pronto, já leva o presente”, faz a propaganda o vendedor Marcelo das Neves, de 38 anos. Ele ainda desmistifica a teoria do cavalheirismo revelando que grande parte da clientela é de mulheres.
Sorriso
Em outra parada, no cruzamento da Rua Rui Barbosa, é o vendedor Elizeu Casamiro Neves, de 37 anos, que ganha a vida vendendo balas, gominhas e chicletes. Mas seu principal chamariz, que distribui de graça, é o sorriso. A reportagem é de Paula Vitorino.