Distribuição de correspondências e entrega de encomendas em Mato Grosso do Sul deve levar pelo menos 10 dias para ser normalizada após o fim da greve dos trabalhadores dos Correios, que até ontem ainda permanecia sem data programada para acabar, segundo reportagem na edição de hoje (28) do jornal Correio do Estado.
O problema não se dá por causa de Mato Grosso do Sul, onde a adesão à greve foi baixa, mas nos centros de distribuição de outros Estados, o que dificulta a chegada de encomendas.
A categoria encaminhou na última quinta-feira contraproposta ao ministro Fernando Eizo Ono, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), que ainda precisa ser apresentada à Empresa de Correios e Telégrafos (ECT) e depois discutida com o comando de greve em Brasília. Na melhor das hipóteses (com a empresa aceitando os novos termos apresentados pelos sindicatos), a expectativa é de que haja uma definição sobre o fim da greve na segunda-feira. A reportagem é de Beatriz Longhini e Daniella Arruda.
Greve dos bancários
Com as atividades paralisadas há nove dias, bancários de Campo Grande vão seguir orientação do Comando Nacional dos Bancários e prometem ampliar o movimento grevista a partir da próxima semana, em decorrência do fechamento de diálogo com a Federação Nacional dos Bancos (Febraban) e as seis maiores instituições bancárias do País.
De acordo com informações do Sindicato dos Bancários de Campo Grande- MS e Região, 70% dos 2,4 mil trabalhadores vinculados à entidade estão parados e pelo menos 80% das 80 agências da Capital estão fechadas. A reportagem é de Daniella Arruda.