A falta de vagas nos três cemitérios públicos em Campo Grande causa impasse entre entidades sociais ambientalistas e empresários do setor funerário. Com uma demanda reprimida de 2,2 mil vagas, os ambientalistas cobram a criação de um crematório municipal, enquanto os empresários defendem a construção de novos cemitérios, segundo reportagem na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
Segundo o presidente do Centro de Documentação e Apoio aos Movimentos Populares (Cedampo), Haroldo Borralo, a questão deve ser tratada, principalmente, a partir do ponto de vista ambiental. “O crematório evita a contaminação do solo com os restos mortais”, diz.
Além disso, para Borralho, as áreas para os novos cemitérios poderiam ser destinadas para outras finalidades. Bem como para a construção de praças ou escolas. A reportagem é de Rafael Bueno.