A falta de uma comunicação direta entre a Prefeitura de Campo Grande e os hospitais públicos tem gerado mal-estar, principalmente nos quesitos prestação de contas e repasse de verbas. A reportagem está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
Os diretores afirmam que o dinheiro que deveria ser depositado todo quinto dia útil tem atrasado e as entidades precisam trabalhar com o que tem em caixa. Só a Santa Casa recebe, por mês, R$ 15 milhões e o Hospital do Câncer, por volta de R$ 1,3 milhão.
Segundo a reportagem de Beatriz Longhini, Os diretores dos hospitais do Câncer, Regional, Universitário, Santa Casa, São Julião e Maternidade Cândido Mariano formaram um comitê para tentar unificar a conversa e obter esclarecimentos da gestão municipal.
Segundo o grupo, o secretário municipal de Saúde, Ivandro Corrêa Fonseca, foi convidado para a participar da reunião, mas não compareceu. O prefeito Alcides Bernal (PP) também recebeu o convite, porém não houve uma justificativa para a falta.