Após um ano e dois meses da assinatura da ordem de serviço para o início das obras de contenção de enchentes do Rio Anhanduí, que corta parte da avenida Ernesto Geisel, em Campo Grande, ainda há cinco pontos de erosão e desmoronamento que não têm previsão de reparos e obras em pleno início do período chuvoso em Mato Grosso do Sul, conforme mostra reportagem do jornal Correio do Estado.
A reportagem informa que os R$ 47,4 milhões licitados em 2012 já não são mais suficientes para realizar as intervenções e a empresa Engepar Engenharia, que foi a vencedora, desistiu do projeto.
Ontem de manhã a reportagem percorreu o trecho da avenida entre as ruas Cubatão, no bairro Taquarussu e a avenida Campestre, no Aero Rancho. Em todo esse trecho, há seis locais sinalizados com manilhas e placas de metal indicando estreitamento de pista devido às erosões, e não há obras em cinco deles. Motoristas a moradores da região afirmam que a prefeitura deveria dar uma solução rápida ao problema, que já dura mais de oito anos.
A reportagem entrou em contato com o secretário da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitalção (Seintrha), Semy Ferraz, mas o celular caiu na caixa postal por duas vezes. A assessoria de imprensa da prefeitura não respondeu ao e-mail encaminhado pra atualizar as informações sobre as obras até o fechamento desta edição. A matéria é assinada por Lúcia Morel.