Em busca de elementos que ajudem a apontar quem mandou executar o ex-delegado da Polícia Civil Paulo Magalhães, de forma inédita o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deverá ingressar como peça de acusação no julgamento do guarda municipal José Moreira Freires, 40 anos, e do segurança particular Antônio Cristaldo Benites, 37, acusados do assassinato, ocorrido em junho deste ano, na Capital. Os dois negam envolvimento no homicídio, o que tem dificultado a polícia a chegar nos mandantes da pistolagem. A reportagem está na edição de hoje (23) do jornal Correio do Estado.
Segundo a reportagem de Michelle Rossi, o pedido de ingresso do Gaeco, feito pelo próprio promotor do caso, Humberto Lapa Ferri, está em análise pelo juiz Aluizio Pereira dos Santos e pode colocar na tribuna de acusação dos réus o promotor da vara, do Gaeco e ainda um assistente de acusação, contratado pela família.