A nova lei publicada ontem, que determina a instalação de cronômetro regressivo digital em todos os semáforos com radares em Campo Grande, custará pelo menos R$ 500 mil aos cofres da prefeitura. A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) terá o prazo de 12 meses para adequar os semáforos. A reportagem está na edição de hoje (06) do jornal Correio do Estado.
A lei não agradou à diretora-presidente da Agetran, Kátia Castilho. Além do alto custo, ela explica que a tecnologia do aparelho não é compatível com o sistema adotado na cidade.
Segundo ela, o cronômetro regressivo faz a leitura por tempo real, enquanto cada ciclo semafórico nos cruzamentos da cidade tem um tempo de verde diferente do outro.
“Podemos até cumprir essa lei, mas não atenderá o usuário. Não levaram em conta o meu parecer técnico”, alegou Kátia. A reportagem é de Rafael Bueno.