Depois de ter participado da solenidade de assinatura do contrato de concessão da BR-163 no Estado, o senador Waldemir Moka disse que a duplicação da rodovia é um sonho alimentado por toda a população, especialmente a do Norte de Mato Grosso do Sul. “Agora, a bola está com as empresas que arremataram o leilão, e acabam de assinar o contrato para sua construção e exploração da rodovia, que deve ficar pronta, segundo obrigação contratual, em no máximo cinco anos”, declarou. Moka afirmou ainda que a obra vai representar um reforço enorme no processo de melhoria da infraestrutura sul-mato-grossense.
O pedágio somente pode começar a ser cobrado com 10% da obra concluída. Em 30 anos, a concessão vai gerar investimentos de R$ 5,69 bilhões nos 847,2 quilômetros situados entre a divisa MT/MS e divisa MS/PR . A tarifa de pedágio oferecida pela CCR foi de R$ 0,04381 por quilômetro de rodovia, o que representa um deságio de 52,74% (diferença entre valor estabelecido no edital e o oferecido na proposta vencedora) em relação ao teto de R$ 0,0927, estabelecido no edital.
De acordo com o contrato de concessão, a empresa deverá duplicar 806,3 quilômetros da divisa MT/MS até Vila Vargas e de Dourados até a divisa MS/PR. Até o quinto ano do contrato de concessão, as concessionárias deverão efetuar intervenções estruturais e melhorias funcionais e operacionais nos demais elementos da rodovia. A concessionária deverá fazer conservação e manutenção da rodovia até o final do contrato. Os investimentos em conservação serão traduzidos em intervenções físicas programadas para recompor e aprimorar as características técnicas e operacionais da rodovia.