Depredação, sujeira, falta de água, mau cheiro e pichação. Estas são as principais características dos nove terminais de transbordo de Campo Grande, conforme reportagem na edição de hoje (12) do jornal Correio do Estado. Não é difícil encontrar os banheiros desses espaços sujos ou com pias e vasos sanitários quebrados. Também é fácil encontrar as paredes danificadas e os bebedouros sem água e com vazamento. A prefeitura já prevê investimento de R$ 800 mil na reforma de todos os terminais, mas a licitação ainda não foi aberta.
O professor Moisés Braga, 25 anos, é usuário do transporte coletivo e afirmou que “é nítido perceber a precariedade dos terminais”. Segundo a reportagem de Lucia Morel, entre os problemas relatados, estão a falta de água e o vazamento nos bebedouros e a depredação dos banheiros. Outro ponto ressaltado por Moisés é quanto à falta de infraestrutura, uma vez que, devido ao grande fluxo de pessoas por esses locais, não existe atendimento satisfatório.
O vendedor Gabriel Santos, 19, lembrou o quesito segurança e que guardas municipais estão presentes nesses espaços, mas destaca que essa proteção deveria ser 24 horas, e não apenas durante o período de funcionamento. “Mesmo quando não estiver funcionando, tinha que ter guarda, porque é de madrugada que a depredação mais acontece”, comentou.