Ao menos quatro pessoas prestaram depoimentos ontem, entre às 8h30min e 14h, na sede do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), acerca da investigação que, supostamente, implicaria o prefeito de Campo Grande Gilmar Olarte, do PP. A informação é do jornal Correio do Estado.
Na sexta-feira, na casa de Olarte, dois seguranças foram levados para a delegacia, por portarem armas sem autorização. Pagaram fiança e foram libertados.
Nenhum dos ouvidos ontem, pelo Gaeco, conversou com a imprensa, nem na entrada nem quando saíram do prédio da instituição, ligada ao Ministério Público Estadual.
Conforme a reportagem, os depoimentos duraram em torno de uma hora cada um. Uma das pessoas ouvidas, identificada apenas como Mauro, é pastor do Ministério Assembleia de Deus Nova Aliança do Brasil, igreja fundada por Gilmar Olarte.
O chefe do Gaeco, o promotor de Justiça Marcos Alex Vera, não deu entrevista. Os depoentes, entre os quais uma mulher, foram acompanhados de advogados, que, também, não comentaram o caso.
A reportagem é de Lúcia Morel e Celso Bejarano.