Com um novo atraso no planejamento, a Unidade de Tratamento de Resíduos (UTR), que promete pôr fim ao lixão de Campo Grande, não tem mais prazo para ser finalizada. O problema, segundo a administração municipal, está no projeto, que pode ser modificado, além de não conseguir ter garantido o investimento de R$ 7 milhões. A reportagem está na edição de hoje (07) do jornal Correiodo Estado.
No fim de março, a prefeitura afirmou que “corria contra o tempo” para não perder R$ 1 milhão que conseguiu junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para abrir as portas aos catadores, a URT ainda depende da finalização das obras. O principal é a construção de um muro de contenção e um reservatório, com destinação adequada, para o chorume proveniente do lixo.
“Estamos estudando o projeto, que pode ser alterado, para ficar melhor para o meio ambiente”, comentou Semy Ferraz, secretário Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação. Segundo ele, toda a obra é avaliada em R$ 7 milhões, sendo R$ 2 milhões em equipamentos, parte de responsabilidade da empresa Solurb, concessionária que cuida do lixo na Capital.
Em evento ontem, o prefeito Gilmar Olarte foi na mesma linha do secretário. “Vamos resolver o problema o mais rápido possível”, afirmou, sem dar data para o início das obras. A reportagem é de Vinícius Squinelo.