Para evitar a greve dos funcionários dos Centros de Educação Infantil (Ceinfs) da Capital, contratados por meio de convênios, programada para segunda-feira (12), o prefeito Gilmar Olarte (PP), fez hoje uma nova proposta à categoria.
Além do reajuste de 8% - já proposto e recusado pelos profissionais, o chefe do Executivo municipal ofereceu ainda a redução da jornada de trabalho de 8 para 7 horas diárias e garantia de licença-maternidade de seis meses. A categoria pediu reajuste de 20%.
O Sindicato dos Empregados em Entidades Culturais, Recreativas, de Assistência Social, de Orientação e Formação Profissional no Estado de Mato Grosso do Sul (Senalba) informou ao Correio do Estado que a greve está mantida para segunda-feira, quando será realizada uma assembleia para apresentação da proposta.
O sindicato da categoria acredita que em decorrência da greve dos funcionários, os Ceinfs não terão condições de funcionar na próxima semana.
Atualmente os atendentes de berçários, recreadores e educadores recebem R$ 891,91, os auxiliares administrativos R$ 757,40, auxiliares de serviços gerais e cozinheiras R$ 725,50.