Com a urbanização acelerada e sem controle na região dos córregos Cabaça e Bandeira, o assoreamento coloca em risco o Lago do Amor, na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), e o Lago do Rádio Clube Campo, no bairro Morumbi. A reportagem está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.
No caso do Lago do Amor, o tempo de vida útil foi reduzido para 25 anos, conforme o monitoramento feito nos últimos dois anos. Os números servem de alerta, uma vez que em 2012, a previsão era de que o lago conseguiria resistir por até 38 anos, caso não fossem tomadas medidas preventivas e de recuperação.
No lago do Rádio Clube Campo a situação é pior. A água represada desapareceu, dando lugar ao mato e ao banco de terra trazido pelas enxurradas. Até mesmo os patos adquiridos pelo clube para embelezar o lago, agora ficaram fora do seu habitat natural.
Contudo, ainda é possível encontrar alguns animais, próximo ao pequeno córrego, que sobrou na área antes tomada por água. Como exemplo, a capivara que pastava solitária, na tarde ensolarada, da última quarta-feira. A matéria é assinada por Rafael Bueno.