Um paciente de 38 anos, com suspeita de gripe H1N1, está sendo transportando pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Bairro Coronel Antonino para o Hospital Regional.
Porém, de acordo com a coordenação do Samu, o médico plantonista resiste em receber o paciente, mesmo em sistema de vaga zero (mecanismo que garante atendimento hospitalar em caso de urgência).
Segundo Eduardo Cury, coordenador do Samu em Campo Grande, o problema da falta de leitos em hospitais é diário. Hoje são 22 pacientes em unidades de saúde aguardando vagas em hospitais, desde o início do mês. Destes, três estão em UPAs, em estado considerado grave.