A rede pública de saúde tem hoje um déficit de 850 leitos, segundo números oficiais da administração municipal. Com a obra do Hospital do Trauma parada, e sem ter previsão de abertura do Hospital Municipal, a solução vai ser pagar para “comprar” leitos da rede particular, segundo reportagem na edição de hoje (13) do jornal Correio do Estado.
A decisão depende apenas de tabela de preços que será apresentada pelas quatro principais instituições privadas da cidade.
“Tivemos uma reunião na quarta-feira com os representantes do Proncor, El Kadri, Clínica Campo Grande e Pênfigo, para ver a possibilidade da compra de leitos nesses hospitais”, confirmou Jamal Salem, secretário Municipal de Saúde. “Eles vão apresentar uma tabela de preços para nós, uma espécie de tabela social, para podermos usar essas vagas”, emendou.
O maior problema são com os traumas, em especial a ortopedia, considerada o gargalo hoje em Campo Grande. Apontado como solução para o problema, o Hospital do Trauma teve a obra temporariamente parada, por determinação do Ministério da Saúde, e não foi dado prazo para reinício das obras, que se arrastam há pelo menos dois anos. A reportagem é de