Os corredores de ônibus do centro de Campo Grande passam por reformas do serviço de tapa-buraco. Ocorre que, devido ao peso desses veículos, esse trechos, principalmente nas vias mais movimentadas, como a 26 de Agosto ou Rui Barbosa, afundam.
O secretário de obras, Semy Ferraz, explica que, na maioria das vezes, os locais de parada dos coletivos ficam “borrachudos”, assim como nas curvas. “Pelo carro ser muito pesado, o asfalto afunda e cria um ressalto. Daí então, a gente corta e faz um reforço de base”, disse.
Em algumas obras, como na Júlio de Castilhos e Duque de Caxias, que foram revitalizadas, as pistas em frente aos pontos de ônibus foram feitas de concreto, que é mais resistente, e evita o “emborrachamento” do asfalto. “Quando fizermos as obras do PAC Mobilidade, vamos utilizar concreto nos pontos dos corredores de ônibus”, afirmou o secretário, lembrando que “os corredores são mais usados e por isso dão mais problema”.