Falta de remédios e de profissionais, demora cada dia maior no atendimento, e pessoas desassistidas na Capital. Este quadro da saúde municipal, aos poucos, vai sendo revertido, segundo a opinião dos próprios campo-grandenses. A situação nos postos de saúde está longe da ideal, mas já demonstra sinais de melhora desde o fim da gestão de Alcides Bernal, prefeito cassado em março deste ano. A reportagem está na edição de hoje (11) do jornal Correio do Estado.
“Olha, melhorou muito, pelo menos foi o que vi na hora de ser atendido”, afirmou José Carlos do Carmo da Silva, 39 anos, trabalhador de frigorífico. Ele saía ontem da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Universitário, após receber atendimento. “Moro aqui há dois anos, nestes últimos meses, acho que deu uma boa melhorada”, emendou José Carlos, que veio de Goiânia (GO) para trabalhar na Capital.
O Correio do Estado percorreu, ontem, UPAs e Unidades de Saúde Básica de Campo Grande, para ouvir pacientes. A opinião é quase unânime: muita coisa melhorou, mas ainda há muitas outras a serem aprimoradas pelo poder público municipal. A reportagem é de Vinícius Squinelo.