
Florescimento contrasta com urbanismo do centro de Campo Grande (Fotos: Álvaro Rezende)
Enquanto a estiagem típica de inverno não se acentua em Campo Grande, a Cidade Morena, contribuindo para dar aquele tom acinzentado ao ar e à vegetação, quem passa pelo canteiro central da Avenida Afonso Pena já pode apreciar a beleza e o colorido oferecidos pelas orquídeas, basta apenas olhar para o alto. Amarradas nas árvores do local por meio do projeto “Orquídeas ao Ar Livre”, as plantas florescem pelo segundo ano consecutivo em meio a uma das vias públicas mais movimentadas da cidade e também podem ser vistas em outros locais, como na estação rodoviária da Capital. Para este ano, a Associação Campo-Grandense de Orquidofilia e Ambientalismo (Acoa), idealizadora do projeto, sonha ir mais longe e “espalhar” as flores em outros locais, inclusive pelo Parque das Nações Indígenas. A reportagem está na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

“É um projeto nosso. Estamos conversando com a prefeitura, por meio da Sedesc [Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico], que deu apoio para as ações anteriores”, disse o presidente da entidade, Wenceslau Carlos de Oliveira. Somente nos plantios anteriores, ele estima que mais de 200 orquídeas tenham sido amarradas pela cidade, em locais como a Praça Itanhangá, árvores da reserva do terminal rodoviário Senador Antônio Mendes Canale, na saída para São Paulo, e também na Praça do Tereré, próximo à Avenida J. Barbosa Rodrigues, onde fica o Parque Linear Imbirussu-Cerradinho. A reportagem é de Daniella Arruda.