Suspensa desde janeiro do ano passado e envolta em briga judicial, a implantação da inspeção veicular em Campo Grande segue emperrada no Judiciário regional. A queda de braço teve início ainda na gestão passada, comandada por Alcides Bernal, do PP, e pode prosseguir por anos. A taxa é apontada pela Câmara Municipal como uma das possíveis alternativas para manter o valor da tarifa do transporte público coletivo em R$ 2,70, mas ainda está em análise na Procuradoria-Geral do Município.
A inspeção veicular, com R$ 503 milhões para a empresa que vai oferecer o serviço, foi licitada ainda em 2012, nos últimos dias de gestão de Nelson Trad Filho. Menos de um mês depois, foi suspensa pelo então prefeito, o cassado Alcides Bernal, após recomendações do Ministério Público Estadual, e da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional de Mato Grosso do Sul.
Desde a gestão passada, o Executivo municipal estuda a possibilidade de implantar a inspeção na cidade. Agora, o processo está travado na PGM, e não tem prazo para sair do papel. A reportagem é de Vinicius Squinelo.