Anunciado como primeiro inteiramente municipal da cidade, o Hospital Pediátrico já nasce com uma série de questionamentos sobre sua viabilidade, mostra reportagem na edição de hoje (06) do jornal Correio do Estado. Com custo de R$ 2 milhões mensais, R$ 193 mil deles só de aluguel, a prefeitura sofre críticas por não optar pela construção de um novo prédio e sim por uma solução paliativa.
O Hospital Municipal Pediátrico “Evaldo André Olarte”, nome do pai do atual prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, será implantado no prédio do Sírio Libanês, na Avenida Afonso Pena, centro da cidade.
O Sírio Libanês é de propriedade do empresário Mafussi Kadri, diretor do grupo hospitalar El Kadri. Ele receberá R$ 193 mil mensais de aluguel, conforme contrato de arrendamento assinado, ontem, por Mafussi e Olarte.
Todos os parlamentares ouvidos pela reportagem destacam a importância do Hospital Pediátrico para a população. O problema é na forma que a questão está sendo conduzida, com a instituição podendo se tornar uma nova “Câmara Municipal”. A reportagem é de Vinícius Squinelo.