A morte de três pacientes do setor de quimioterapia da Santa Casa de Campo Grande poderia ter sido evitada caso as recomendações do relatório produzido por técnicos do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (Denasus), no ano passado, tivessem sido acatadas. A reportagem está na edição de hoje (08) do jornal Correio do Estado.
O documento apontava a “inexistência de protocolos, normas e rotinas na quimioterapia” do maior hospital de Mato Grosso do Sul. Diante dos problemas encontrados, o Denasus recomendou à Santa Casa que tivesse uma equipe própria de oncologistas clínicos para revisar cada indicação de quimioterapia.
A delegada Ana Cláudia Medina, da 1ª Delegacia de Polícia (DP), que investiga a morte das três pacientes do setor de quimioterapia do hospital disse, na quarta-feira, já ter identificado divergências entre os procedimentos adotados e anotações nos prontuários. A reportagem é de Patrícia Belarmino.