A prefeitura de Campo Grande tenta acabar com os entraves jurídicos e burocráticos, que impedem que 21 obras de Campo Grande tenham andamento. Entre os empreendimentos que estão emperrados, alguns estão com as obras paralisadas há sete anos, como é o caso do Terminal Intermodal de Cargas, o Porto Seco. Conforme levantamento da Secretaria de Infraestrutura, Transporte e Habitação do Município (Seintrha), somente as oito principais obras dentre as paralisadas, têm R$ 53,8 milhões contratados.
A titular da Seintrha, Katia Castilho, explica que os motivos que impedem o andamento destes empreendimentos vão de diferenças de valores previstas em projetos, até mesmo a pedidos de reajustes.
“Os problemas são reajustes solicitados à Caixa Econômica Federal, execução de ítens que não contam nas planilhas das obras, entre outros”, informa a secretária. “Estes pedidos são todos muito burocráticos, e demoram muito para voltarem regularizados de Brasília (no caso das obras financiadas por recursos federais)”, complementou Katia.
A reportagem, de Eduardo Miranda, está na edição de hoje (13) do jornal Correio do Estado.